Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 22/09/2020
No capítulo Mudanças, do livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, o personagem Fabiano mata o seu papagaio para servir de alimento a ele e sua família, o que trata a insegurança alimentar dessa família. Embora, a fome ainda configura para a desigualdade social, a partir daqueles que sofrem para ter alimentos suficientes para suprir sua família e como a falta de alimentos afeta a educação.
Em primeira análise, cabe analisar como a desigualdade social interfere-se nessa problemática. Segundo a Revolução Verde foi possível colocar as práticas e técnicas das fábricas industriais no meio rural e, assim, aumentar a produção alimentícia. Associado a isso, mesmo com novas tecnologia no meio rural, as pessoas ainda passam necessidade para manter uma alimentação saudável, pois muitos tendem a ter uma renda menor que um salário mínimo e muitos filhos, e isso acaba afetando a qualidade de vida.
Ademias, é evidente que a falta de comida afeta a educação. Na Constituição de 1988, é dever do Estado garantir alimentação de qualidade para todos. Nesse sentido, mesmo com a lei básica, o Governo não assegura esse benefícios para o povo. Consequentemente, a carência de uma nutrição de qualidade prejudica o desenvolvimento de muitas crianças durante seus estudos, onde elas tendem de sair da escola para ajudar na renda familiar e surgimento de doenças durante sua infância.
Logo, medidas são necessárias para resolver a falta de alimentos e a desigualdade entre a população. O Ministério do Combate a Fome deve fazer parcerias com ONGs, por meio de distribuir cestas básicas em áreas precárias, a fim de ajudar as famílias mais necessitadas. O Governo em conjunto com as escolas devem fazer um vale refeição para ajudar na alimentação das crianças, para que elas não precisem trabalhar desde sua infância para ajudar no sustento de casa, para que assim diminuem as taxas de fome e desigualdade.