Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 22/09/2020

Os valores capitalistas deixaram mais evidente as desigualdades sociais que sempre existiram, já que do mesmo modo que o acúmulo de capitais deixa uma pessoa mais rica, também deixa alguém mais pobre. Dessa forma, a fome e a desigualdade social no século XXI é uma realidade. Porém, o Brasil e a América Latina acabaram tendo uma escala de fome e desigualdade social ainda maiores devido ao seu histórico como colônias e às mudanças advindas da Revolução Industrial na época.

Nesse cenário, é importante ressaltar que os países da América Latina eram colônias no início da Idade Moderna, por isso, foram explorados e tiveram suas riquezas tomadas. Ademais, a existência da escravidão agravou ainda mais as desigualdades sociais, visto que salientava a hierarquia da sociedade colonial. Esse contexto do passado tem consequências até hoje, tomando a forma de diversas populações marcadas pela fome e pela pobreza.

Além disso, a chegada da Revolução Industrial, que incentivava o acúmulo de riquezas, contribuiu para o surgimento de uma nova classe explorada, o proletariado. Logo, os proletariados, que trabalhavam sob condições precárias, se tornaram degraus para a ascensão social de uma minoria rica. Essas relações trabalhistas fizeram a sociedade atual, cheia de desigualdade, com os ricos ficando mais ricos, e os pobres ficando mais pobres. Dito isso, o aumento da pobreza corrobora para o problema da fome. Nesse sentido, é inaceitável que essa situação persista.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar essa problemática. Assim, o governo, que é o responsável pelo bem estar da sociedade, deve diminuir as desigualdades sociais e acabar com a fome, por meio de programas de assistência social que darão auxílio financeiro mediante comprovação da necessidade. Para que, dessa forma, a fome e a desigualdade social no século XXI possa diminuir, e a sociedade não fique presa nos problemas advindos do passado colonial.