Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 28/09/2020
A música “Sr. presidente” do cantor Projota retrata as mazelas sociais que a população carente sofre no Brasil. Analogamente, as situações relatadas na canção, como fome e a desigualdade social, são fatores que se intensificaram na pandemia. Nesse âmbito, essa problemática é causada tanto pela precariedade de medidas que visem sanar a desarmonia social, quanto pelos investimentos de menor necessidade no país.
Nesse contexto, cabe trazer à baila que a desigualdade social é um problema vultoso, que é intensificado pela falta de projetos que buscam o equilíbrio. Visto que, na pandemia do “Covid-19” tornou-se mais perceptível o quão desequilibrada está a sociedade. Em meio a isso, o site “G1” noticiou que 34% dos estudantes de escola pública não possuem internet em suas casas, fato que comprova como a elite brasileira é privilegiada e a parte pobre da população não é acolhida pelos planos governamentais. Desse modo, é de extrema necessidade que medidas sejam tomadas para solucionar esse problema.
Ademais, é mister ressaltar que o governo tem investido muito em situações desnecessárias e pouco tem feito para acabar com a fome. Isso ocorre, pela grande manipulação governamental que investe em entretenimento, como exemplo, em esportes para acobertar os problemas sociais, a chamada “política do pão e circo”. Sob essa perspectiva, o jornal online “Forbes” publicou uma matéria que expôs o investimento de 1,89 bilhões de reais por ano em esporte, o que infelizmente afirma que o entretenimento é mais importante do que acabar com a fome.
Portanto, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes para o entrave abordado. Isso posto, urge que o Ministério da Economia - órgão responsável por políticas públicas de investimento no país - elabore um projeto chamado “Harmonia na mesa” por meio dos investimentos direcionados aos estados, sejam doados cestas básicas para famílias carentes, a fim de reduzir a fome e a desigualdade no Brasil. Dessa maneira, a música “Sr. presidente” não será análoga a sociedade atual.