Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/11/2020
O processo histórico de descobrimento do Brasil em 1500 foi um método que, infelizmente, devido seu genocídio e exploração gerou a fome e agravou a desigualdade social no século XXI. Dessa forma, o capitalismo e a privatização, ocasiona mais ainda problemas relacionados a esse contexto de miséria e desigualdade.
Primeiramente, o filósofo Karl Marx, defendeu que tudo que é produzido pelo empregado deve ser dividido entre eles. Nesse sentido, as pessoas e grandes empresas usa o empregado apenas para conseguir mais riqueza, ou seja, quem é rico fica mais e quem é pobre continua pobre. O capitalismo agrava o problema da fome e gera a segregação espacial daqueles que já são condenados pela própria sociedade, no caso, das pessoas que vivem em favelas.
Ademais, o atual presidente da república Jair Messias Bolsonaro aprovou políticas para privatização do maior bem da humanidade, a água. Nesse sentido, a água sendo essencial na vida dos seres vivos poderá ser apenas consumidas pelos indivíduos que têm recursos financeiros, e não algo que deveria ser para todos de forma igualitária, principalmente, algo tão importante na vida. Com isso, posteriormente, o Brasil poderia voltar ao mapa da fome que saiu em 2014.
Portanto, faz-se necessário que o Ministério da Economia, por meio de parcerias com empresas privadas em troca de incentivos fiscais, elabore atividade e direitos para que os trabalhadores sejam remunerados de forma correta e de acordo com seus direitos. Assim, tal ação diminua a segregação espacial gerada pelo capitalismo e aumente as oportunidades de emprego para amenizar a fome. Também, a sociedade deve conhecer seus direitos e consequências que um líder pode gerar no país, por meio de palestras em espaços abertos, feito por sindicatos de advogados e o processo histórico não seja mais um meio para intensificar a miséria no século XXI no Brasil.