Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 28/10/2020
Na reportagem no programa do Fantástico, exibida na Rede Globo, em outubro de 2020, demonstra a situação precária vivenciada na população brasileira. Consoante a isso, a fome e a desigualdade social ainda são realidade na sociedade, seja pela ausência de projeto comunitário efetivo, seja pela injusta distribuição de renda entre as classes sociais.
Em primeiro lugar, a ausência de projeto comunitário efetivo é a principal causa para a eclosão desse fator. A esse respeito, o filósofo Zygmunt Bauman, na teoria Instituição Zumbi, declara que algumas entidades perderam a sua função social, mas mantiveram a sua forma. Assim, o Governo se mantém inerte perante a inexistência de programas sociais eficazes para a comunidade moderna. Isso demonstra a necessidade de uma política pública eficiente para amparar os cidadãos que enfrentam situações inconsistentes no território nacional.
Além disso, a injusta distribuição de renda entre as classes sociais é um fator importante a ser discutido. Conforme o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), 10% dos indivíduos brasileiros possuem cerca de 43% de todo o faturamento nacional. Dado que essa circunstância colabora com a desigualdade social e com a alta concentração de renda na população minoritária. Portanto, é necessária a intervenção estatal para diminuir a disparidade de provento entre os cidadãos do país.
Em síntese, é urgente que essa situação deixe de existir na contemporaneidade brasileira. Para tanto, o Governo Federal deve, por meio de verbas governamentais, investir em programas sociais efetivos para melhorar as conjunturas de precariedades da população moderna, como também precisa, através de destinação de montantes, investir em educação de qualidade para os cidadãos conhecerem os seus direitos e consequentemente melhorar o faturamento individual. Dessa forma, a matéria jornalística será importante para aprimorar os programas sociais e amparar a população brasileira.