Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/11/2020
Expansão marítima no século XV e XVII, quando inúmeras expedições partiram das grandes potências europeias. Após a libertação dos colonizadores os países libertados foram denominados subdesenvolvidos por ter sido cruelmente explorado. No século XX foram proposta a Revolução Verde e ONU para reduzir o mapa da fome, sem efeito esperado.
De início, tem-se uma breve noção sobre Revolução Verde; objetivo consolidar aumento na produção de alimento para suprir a fome nos países subdesenvolvidos. Entretanto FAO relata que 820 milhões no mapa da fome, afirmando a ineficiência. Maiores casos se encontram no Caribe e na África Subssariana. O Geográfo Josué de Castro em sua obra “geografia da fome” -a fome é a expressão de subdesenvolvimento- países que apresentam estruturas desiguais em: renda, desemprego e economia. Implicando a ineficiência da Revolução Verde.
Em vista disso, criou-se no século XX a ONU, após ás guerras mundiais. Possibilitar o poder de auxiliar as nações mais afetadas, criando leis que defendem os direitos humanos, dentre eles: direitos básicos- que acarreta segurança alimentar - objetivo provocar a erradicação do mapa da fome, principais aliados sendo os países desenvolvidos. Garantir essa cooperação ainda é um desafio no século XXI.
Portanto, partindo do pressuposto que a Revolução Verde nos dias atuais é focada apenas na produção em massa e com fins lucrativos, tornou-se descartável ao combate a fome; ONU continua se mostrando dependente da cooperação o que acaba enfraquecendo seus objetivos. Para promover a erradicação gradual da fome em países subdesenvolvimento; Governo onde há um nível auto de fome deve por meio do legislativo garantir que controle de renda e desemprego seja constantemente avaliada, assim tendo crescimento- econômico e social- consolidando em um melhor atendimento as necessidade e possibilitando erradicação da fome.