Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 01/11/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito á igualdade social, cidadania, educação, ciência, tecnologia, economia e ao bem-estar social. Conquanto, a fome e desigualdade social impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na fome e desigualdade social. Podemos notar desde a crise de 1929 onde ficou conhecida como ‘’A Grande Depressão’’, foi a maior crise do capitalismo financeiro, onde ocorreu pelos principais fatores de falta de regulamentação da economia e oferta de créditos baratos, gerando estoques de produtos. Diante do exposto, Podemos notar nitidamente que o excesso de ambição e poder pelo dinheiro acaba prejudicando toda sociedade como um todo causando extrema fome e alavancando ainda mais a desigualdade social no país. Nos dias de hoje não é diferente muitos indivíduos preferem tomar decisões precipitadas que beneficiam somente a eles mesmos, provocando ainda mais desigualdade social.
Faz-se mister, ainda , salientar a Fome como impulsionador da desigualdade social. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas é a característica da ‘’modernidade liquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a fome é impacto da falta de dinheiro faz com que cerca de 32 milhões de pessoas passem fome, mais 65 milhões de pessoas que não ingerem a quantidade mínima diária de calorias, ou seja, se alimentam de forma precária. Número extremamente elevado, tendo em vista a extensão territorial do país que apresenta grande potencial agrícola. Mas isso é irrelevante, uma vez que existe uma concentração fundiária e de renda. Grande parte do dinheiro do país está nas mãos de somente 10% da população brasileira.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem á construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a desigualdade social e a fome devem ser exterminadas da realidade de cotidiano de muitas pessoas, através de investimentos no país como a tecnologia, educação, saúde, projetos para ajudar pessoas que necessitam além disso a colaboração da sociedade para acudir pessoas em situações precárias é essencial em bairros pobres. Logo o ME Ministério da economia ira diminuir significativamente ou até mesmo poderia superar o a fome e a desigualdade social.