Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 04/11/2020

A fome e  desigualdade social são problemas existentes desde os tempos remotos, como nas primeiras civilizações. Atualmente, apesar de medidas para solucionar  o conflito, como políticas assistencialistas, as disparidades ainda perpetuam nas populações mundialmente. Nesse sentido, o problema recorre da concentração de renda e falta de investimento governamental em necessidades básicas, colocando em risco o bem-estar de inúmeros indivíduos.

Primordialmente, é importante salientar que muitos indivíduos são condicionados à precariedade, sem acesso à alimentação, saúde, ensino e moradia de qualidade, em detrimento de uma minoria que vive por meio do luxo e ostentação. Segundo o sociólogo Karl Marx, na sociedade Capitalista ocorre a manutenção do domínio de uma classe sobre outra, ou seja, aqueles que possuem poder oprimem os mais vulneráveis. Dessa forma, o Governo não assegura os Direitos básicos desses civis, reproduzindo as opressões.

Em segundo plano, pode-se dizer que existem diversos fatores que intensificam o problema, como a concentração de renda existente historicamente. É possível afirmar que, desde os primórdios das sociedades, existe relações de opressão que se mantém por meio de um sistema hierárquico, influenciando o funcionamento social na atualidade. Sendo assim,  todos os direitos são condicionados de modo à contribuir com permanência dessa relação desigual, onde alguns tem muito e outros não possuem o mínimo para viver.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É ideal que o Poder Executivo invista em Direitos Básicos, visando melhorar a qualidade de vida dos mais pobres, juntamente do Ministério Da Educação aperfeiçoando o ensino em escolas públicas, afim de proporcionar chances de ascensão econômica e social por meio do ingresso em faculdades ou empresas. Desse modo, espera-se que os desafios referentes às desigualdades sejam amenizados no século XXI.