Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 04/11/2020
Conforme a primeira Lei de Newton, a lei da Inércia, a qual afirma que um corpo tende de permanecer em movimento, até que, uma força externa suficiente atue sobre ele, mudando de percurso, a fome e desigualdade no século XXI, é um problema que persiste na sociedade a muito tempo. Com isso, ao invés de funcionar como uma força suficiente capaz de mudar o percurso desse problema, para a persistência da extinção, a combinação de fatores como desigualdade social e a exportação de alimentos, acabam por contribuírem para a situação atual.
Em primeira análise, cabe pontuar que a fome esta ligada diretamente á desigualdade social, sendo que o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, pois, grande parte do dinheiro do país está nas mãos de somente 10% da população brasileira. Porém, de acordo com a ONU, em 2014 o país saiu do mapa da fome, no entanto, em 2018 a distribuição de renda estagnou e, assim, a pobreza voltou com força e a equiparação salarial entre homens e mulher, negros e brancos, tornou-se desigual. Espelhado a isso, regiões Norte e Nordeste, são as que mais sofre com essa desigualdade, vivendo na miséria sem ter como se alimentar.
Além disso, convém frisar que, a exportação de alimentos é uma das principais causas da persistência da problemática no país. O Brasil, possui uma extensão territorial bastante extensa, que apresenta grande potencial agrícola e produz bastante alimento, o recorde dos mesmos se modificou de maneira crescente no decorrer dos anos, enquanto a fome faz parte do convivo de um número alarmante de pessoas. Contudo, sabe-se que grande parte do alimento produzido no território brasileiro é destinado a exportação, como também essa produção, a maioria é composta por milho e soja, usados para a alimentação de gado em países em desenvolvimento.
Dessa forma, são necessárias forças externas suficiente capaz de mudar o percurso da fome e a desigualdade social no Brasil. Por tanto, é de suma importância, que o Poder Executivo juntamente ao Poder Legislativo, crie e amplie projetos nas regiões que vem sofrendo com a desigualdade, como investimento no Bolsa Família, fiscalização no Fome Zero e o desenvolvimento da distribuição de renda, com intuito de garantir alimentação para todos. Ademais, é inevitável que o Estado, na figura do Ministério da Agricultura, desenvolva programas para diminuir a exportação de alimentos e importe mais para o território brasileiro, afim de minimizar a fome no país, a questão da exportação deve ter um olhar mas atento, a partir do momento em que diminuir a exportação pode ter uma baixa na economia. Outras medidas, devem ser feitas, mas de acordo com Oscar Wilde, " o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação “.