Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 07/11/2020

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão da desigualdade social e da fome contrariam o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, a classe mais baixa é vítima de descriminação constante. Por esse motivo, o governo  deve tomar maiores medidas para que problemas como esse não sejam mais recorrentes no país.

Em primeiro plano, no filme “Cidade de Deus” são mostrados grandes contrastes entre o protagonista e os repórteres de um jornal do Rio de Janeiro que escancaram a desigualdade que ainda é muito atual no cenário brasileiro. Com efeito desse desequilíbrio, fica evidente que há falta de distribuição de renda gerando, assim, pobreza monetária. Dessa forma, a maior parte do dinheiro está concentrada nas mãos de menor parte da população e, por esse motivo, a pobreza e a desigualdade social no Brasil andam juntas. Então, trazer esse tema em pauta e debatê-lo amplamente aumentaria chances de atuação no mesmo.

Sob esse viés, segundo pesquisas publicadas pela Cepal a pobreza atinge 167 milhões de pessoas da população latino-americana sendo que destes, 71 milhões estão em situação de pobreza extrema. Realmente são números ainda mais preocupantes quando as projeções apontam novos aumentos. As pessoas nessas condições não possuem, nem mesmo, acesso ao saneamento básico ou água potável, muito menos acesso à saúde ou a alimentos. Por esse motivo, ao ser criado um auxílio é obrigatório que ele seja planejado para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação.

Portanto, é preciso que o Governo com parceria do Ministério da Saúde e da Economia fiscalizem aplicações já feitas pelos mesmos como a aposentadoria, o bolsa familia ou a expanção ao crédito já que falta investimento no setor discutido, de modo que todos consigam receber a ajuda necessária para saírem de suas situações precárias. Visando assim, qualidade de vida a população necessitada.