Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 12/11/2020
O Brasil Colônia foi o início das desigualdades sociais e consequente fome no País. E as marcas deixadas pela colonização extremamente exploradora perduram até o século XXI, causadas pela concentração de renda e investimentos públicos insuficientes.
Primeiramente, a concentração de renda é a principal causa da desigualdade social e fome. Essa concentração consiste na diferença discrepante de renda entre a população. Por exemplo, o Brasil ocupa o segundo lugar entre os países com a renda mais concentrada, ou seja, o 1% mais rico possui 28,3% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, de acordo com Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU. Então, a consequência de dados como esse é justamente a posição em que a nação se encontra na pesquisa e a dura realidade de desigualdade.
Ademais, há a ineficiência de investimentos públicos no combate à desigualdade e fome. Apesar da concentração de renda ser a principal causa desses problemas, ela é um impasse mundial e complexo. Logo, cabe ao governo tentar mitigar a situação, porém não é o que vem sendo feito. Como apenas 0,5% do PIB é investido no Bolsa Família - programa que permite o mínimo de serviços essenciais, como alimentação, à famílias de baixa renda - num país considerado o segundo mais desigual do mundo. Em virtude desse cenário, a fome e desigualdade social são conservadas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema. O Governo Federal deve combater a fome e a desigualdade social, por meio de uma porcentagem maior do PIB destinada à políticas públicas. Isso pode ser feito aumentando gradualmente esse valor, até chegar em 2% no mínimo, simultaneamente ao corte de gastos em áreas que não são prioridade para a população. Assim, espera-se que o País amenize a questão da fome e desigualdade social, oriundas desde o Brasil Colônia.