Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 11/11/2020

Segundo o Artigo 1° da Declaração Universal dos Diretos Humanos de 1948: " Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos." Sob esse viés, a desigualdade social e a fome são causas evidentes das sociedades contemporânea capitalistas que possuem como objetivo, o acumulo do capital, fomentando para a desigualdade, pobreza, desemprego, precariedade, e exclusão, elementos que contrariam os princípios que regem os Direitos Humanos.

Conforme o Filósofo alemão Karl Marx: " Sem sombra de dúvidas, a vontade capitalista consiste em encher os bolsos, o mais que possa". Dessa forma, as sociedades capitalistas são grandes agravantes da desigualdade social, isto é, visam o lucro exacerbado abrindo espaço para a disparidade econômica e por conseguinte, a fome, fatores explícitos em zonas periféricas que são excluídas do restante da sociedade.

Outrossim, a ineficácia do Estado otimiza os problemas socioeconômicos como a fome em zonas periféricas, ou seja,  o Estado acaba sendo incapaz de garantir serviços de qualidade básica para os indivíduos que ali residem. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 14% das famílias residentes de zonas periféricas vivem com renda inferior a linha de indigência, em outras palavras, moram em comunidades com qualidade de vida precária e sem assistência, evidenciando a falta de políticas públicas e econômicas por parte do Estado.

Portanto é preciso que o Governo Federal formule políticas públicas e econômicas, ampliando seu alcance de atuação para as áreas mais carentes. Além disso, é necessário que o Estado em conjunto com empresas privadas criem propagandas, palestras e programas sociais, promovendo a conscientização sobre os problemas sociais e da fome.