Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/11/2020
A fome acaba por ser uma consequência da desigualdade social, não só no Brasil, mas também em vários outros países. No entanto, assim como Carl Marx propõe por meio de seu “Materialismo Histórico”, ela existe pois atitudes erradas foram tomadas no passado, um exemplo foi o pós-abolicionismo, onde libertaram os escravos, mas não deram nenhuma fonte de renda aos mesmos, tais pessoas acabaram sendo marginalizadas pela sociedade.
Sob uma primeira análise observa-se que, no Brasil, o pós-abolicionismo foi o principal fator que fez com que crescesse tanto a desigualdade social, pois, após tal ocorrido, os “ex-escravos” foram simplesmente largados a deriva na sociedade sem nenhuma forma de sustento, muito menos de abrigo. Tal problema acarretou vários outros consigo, como por exemplo: o aumento da criminalidade por parte dos descendentes destes “ex-escravos”, já que, essas pessoas foram marginalizadas e empurradas para as periferias, aonde buscam formas para sobreviver.
Nesse contexto, pode-se afirmar que o causador dessa corrente de problemas seria a má distribuição de terras, pois, desde o passado do Brasil, as terras sempre têm sido divididas de maneira improporcional, favorecendo sempre os mais poderosos. Dessa maneira vem-se fortalecendo a desigualdade social, alimentando assim a proposição de Marx de que todas as condições atuais são consequências de atitudes passadas.
Diante disso, conclui-se que, a melhor decisão a ser tomada para ajudar essas pessoas e tentar reduzir a desigualdade social, seria o estado, por meio de projetos sociais, fornecer alguma espécie de auxílio para que essas pessoas tenham a possibilidade de ter condições iguais ao restante da população, e dessa forma, consiga-se reduzir o máximo possível a tamanha desigualdade social.