Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 12/11/2020
A Revolução Verde foi a invenção e disseminação de novas sementes e práticas agrícolas que objetivou elevar a produção de alimentos. No Brasil, de fato, a geração alimentícia aumentou bastante, entretanto o problema da fome não foi resolvido, haja vista que ainda há muitas pessoas que ainda não possuem o que comer. Com isso, convém analisar as principais causas (desigualdade social) e consequências (morte ) desse problema.
Inicialmente, é possível relacionar a assimetria econômica como geradora do entrave. Segundo o filósofo Karl Marx, quem se beneficia socialmente dos recursos nacionais são os que contém capital acumulado. Nesse sentido, é inadmissível que, em um país cuja Constituição se pauta nos princípios de igualdade e fraternidade, a situação financeira desfavorável continue sendo motivo para muitas pessoas passarem fome.
Além disso, as consequências da escassez de comida é alarmante. De acordo com o Portal Saudemais, a não ingestão de alimentos, sobretudo saudáveis, pode gerar óbito por falta de nutrientes no sague. É, portanto, inaceitável que, em uma nação que está na lista dos países mais ricos do mundo, as pessoas continuem tendo suas vidas ceifadas por não possuírem o que comer.
Assim sendo, é preciso que o Governo (responsável por resolver os problemas que atentem contra a integridade e bem-estar social), reduza as desigualdades no acesso aos alimentos, por meio da diminuição dos preços desses e distribuição gratuita de comidas para pessoas mais pobres, na finalidade de conter a fome no país.