Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 16/11/2020
Quando 1% da população retém um capital maior que 99% dos restantes, então, nos perguntamos como isso interfere na fome e desigualdade social, problemas, que assombram principalmente países com IDH desfavorecido. A questão é, como combater uma adversidade que parece ser intrinsecamente social e econômica.
O fator monetário, sobretudo concentração de riquezas, é sempre visto como um obstáculo para o decrescimento ou extinção da fome no mundo e desigualdade social, e de fato é, há tanta riqueza e ao mesmo tempo pobreza excessiva, e simultaneamente crescente, nada se faz para resolver essa problemática, nos fazendo perceber que talvez seja originada pelo nosso sistema econômico capitalista.
De acordo com relatório da ONU, com dados brasileiros, 1% mais rico concentra 28,3% da renda total do país. Reflete quanto o patrão lucra, desnecessariamente, em cima de seu subordinado, com o mesmo recebendo por vezes menos que um salário mínimo para trabalhos com mão de obra pesada, o baixo capital é um dos fatores para a problemática da fome. Quanto mais produz, menos recebe, menos come, mais desigualdade social.
Conclui-se, que o sistema econômico capitalista favorece os ricos e dificulta a ascensão dos pobres, porém, sendo um dos únicos que funciona no mundo atual, mas há como tentar diminuir os malefícios criados por esse sistema. Agora, cabe a ONU criar uma forma de extinguir a concentração de riquezas existentes, sendo um trabalho árduo, e ao governo brasileiro se adequar a programas sociais para combater diversas vertentes da fome e desigualdade social, como falta de empregos com mão de obra justa, saneamento básico, acesso à saúde, água potável e educação de qualidade. Dando a chance da mobilidade social igualitariamente para todos.