Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 15/11/2020

Com a ascensão do capitalismo, no século XIV, a questão das desigualdades sociais aumentou. A fome, entre essas, tem tido principal relevância por conta de abranger um número elevado de pessoas no mundo. Algumas políticas públicas têm sido usadas para tentar resolver esse problema, tal como a Fome Zero, implantada durante o governo Lula. Contudo, ainda há perspectivas para o Brasil voltar ao mapa da fome. Considerando os dados sobre a produção de alimentos e o mapa da fome, percebe-se que há uma má distribuição dos mesmos.

Tendo em vista o Brasil, a agricultura familiar (terras de área inferior a quatro módulos fiscais) abastece cerca de 70% dos brasileiros e recebem apenas 14% do financiamento disponível para a agricultura e ocupam 23% das terras agriculturáveis do Brasil. Em contra partida, no Brasil, existem 63 milhões de hectares destinados a agricultura, sendo que 61 milhões são destinados ao agronegócio, ocasionando um aumento de busca e valor da terra. Levando em consideração que a maioria dos produtos produzidos pelo agronegócio são destinados à exportação e ração para gado.

Por isso, há uma má distribuição de alimentos no Brasil, por conta de a maioria dos produtos não serem destinados ao povo brasileiro e pela ocorrência da especulação de terras. A agricultura familiar é responsável por gerar renda para aproximadamente 70% das pessoas que vivem no campo, o que corresponde a 4,4 milhões de famílias. Com a expansão do agronegócio, essas famílias que dependem da agricultura ficarão sem renda e contribuirão para o aumento da desigualdade no Brasil.

Portanto, é necessário tomar medidas para solucionar a má distribuição dos alimentos. O BNDES juntamente com o Ministério da Agricultura devem aumentar seus investimentos para a agricultura familiar, possibilitando a concessão de créditos, para que essa prospere e gere mais empregos, possibilitando uma defasagem no nível de desigualdade e possibilitando o aumento do número de alimentos produzidos para o mercado interno e que mais pessoas possam comprar esses alimentos.