Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 16/11/2020

Desde o iluminismo, compreende-se que a sociedade só progride quando um individuo se mobiliza a favor do outro, no entanto quando se observa a Fome e Desigualdade social no seculo XXI, haja visto rompida essa harmonia pelo fato de índices estatísticos apresentarem que cerca de 8/10 nos casos de pobreza, relatam precisar do SUS como meio principal para a manutenção da vida, sobre esse fator cabe ressaltar que os maiores indícios dessa desigualdade seja pela concentração de renda, seja por desigualdades econômicas.

A priori é ressaltado a concentração de renda como precursora dessa realidade, apontando para uma balança desfavorável em relação a indivíduos que carecem de renda para o minimo basal na qualidade de vida, gerando disparidade entre cidadães que possuem maiores concentrações de informações do que um sujeito que não teve formação ou grau de instrução acadêmica minima, acarretando em miséria do mesmo, assim perpetuando a fome e desigualdade social.

Outrossim, que se destaca nessa problemática seria a desigualdade econômica advinda da dessimetria de riqueza que é apresentada em países onde o PIB sobe de maneira desenfreada devido a alta lucratividade de empresas ou negócios, como, mercados imobiliários que tem um alto índice de rentabilidade gerando assim uma margem muito alta de valor, acarretando em ricos cada vez mais sucedidos, em paralelo a esse pensamento podemos notar na composição musical do grupo, Xibom Bombom, com a melodia ‘As Meninas’ que diz, “onde o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre e o motivo todo mundo já conhece, é que o de cima sobe e o de baixo desce” em sinergia e esse pensamento, podemos analisar que quando a riqueza de um país sobe, todos desse grupo são afetados.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a promoção de segurança alimentar no meio da sociedade e taxações para grandes fortunas a fim de que possa ser sanado a problemática. Destarte o governo, financiar projetos com intuito alimentar a curto prazo e reformular antigas iniciativas como o Fome Zero e Bolsa Família, para que em a longo prazo pensar sobre maneiras de redistribuição de renda e reforma agraria para que assim, poder sanar um dos problemas que ainda no seculo XXI mata pessoas diariamente.