Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 16/11/2020

A Revolução Francesa, ocorrida no final do século XVIII, teve como lema um princípio iluminista: igualdade, liberdade e fraternidade. Entretanto, no cenário atual brasileiro, observa-se justamente o contrário, quanto à questão da fome e desigualdade social no século XXI. Nesse contexto, é preciso analisar aspectos sobre a negligência estatal e a banalização das consequências dessa entrave na contemporaneidade.

Convém ressaltar, a princípio, o quanto a indiferença governamental com as causas sociais potencializa o impasse em evidencia. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, “o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população”, com isso, é possível perceber as transgressões do governo nos empecilhos encontrados para as pessoas que estão na situação de extrema pobreza, uma vez que há a ausência de medidas governamentais para solucionar as desigualdades presentes na sociedade, como a fome. Logo, fica explícito que o poder público auxilia a problemática no Brasil.

Por conseguinte, é visível que a distribuição de renda desigual propicia a existência de efeitos maléficos para os brasileiros. Partindo desse pressuposto, é fundamental destacar o obstáculo da fome, que existe em razão da falta de auxílio governamental e da ausência de oportunidade no mercado de trabalho, o que resulta em muitos indivíduos desempregados no Brasil. Prova disso é o filme “Coringa”, que descreve a realidade de muitos seres humanos na luta por melhores condições financeiras. Desse modo, se não houver estratégias que combatem a desigualdade social no território brasileiro, o quadro já deplorável tende a aumentar.

Entende-se, portanto, que medidas são necessárias para a solução do problema. Sendo assim, o Governo Federal, órgão com autoridade máxima do poder executivo, deve agir através do Ministério Público para desenvolver projetos voltados para os cidadãos que encontram-se em uma condição social instável, oferecendo um auxílio financeiro para promover os direitos básicos previstos na Legislação vigente. Para que assim, a porcentagem da desigualdade social e das suas consequências acabe.