Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/11/2020
Dinheiro e Desperdício
Em 1950 a Revolução Verde veio com a ideia de se introduzir tecnologia meio agrícola com a premissa de que a produção alimentícia seria aumentada, diminuindo assim os índices de fome no mundo. Entretanto, com o passar do tempo, notou-se uma diminuição no números da fome, mas esta taxa ainda continua alta, grande parte disso pelo fato de haver um grande número de pessoas abaixo no nível da pobreza e o alto índice de desperdício de alimento.
Inicialmente, a Revolução Verde, veio com a premissa de se mecanizar o campo, com a aparente intenção de diminuir a fome mundial, entretanto, com o passar dos anos essa premissa foi sendo derrubada, pois, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial do Comércio(OMC), os maiores países Importadores de Alimentos, são países desenvolvidos, como Estados Unidos(EUA) e potencias Europeias, enquanto grande parte dos países mais pobres, como por exemplo, a Etiópia, não possuem grande expressividade na compra alimentícia. E segundo estudos da Organização Mundial da Saúde(OMS) cerca de 80% da população deste país Africano não possuem o mínimo de nutrientes recomendados pela organização, enquanto países como EUA tem cerca de 40% da população com sobrepeso, ou seja, consomem mais do que o recomendado para nossa saúde.
Além disso, os maiores consumidores de alimentos, são os que mais desperdiçam, segundo pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas(ONU), os cidadãos Estadunidenses descartam cerca de 1 quilograma de alimento por dia, e o número se torna mais assustador quando se tratam de pessoas com dietas saudáveis, podendo dobrar esta quantidade.
Portanto, esses podem ser considerados alguns dos motivos determinantes para a fome no mundo, pois enquanto diversos países consomem demais, outros vivem abaixo da linha da pobreza. No entanto, esta problema pode ser amenizado, como vem ocorrendo das últimas décadas, através de programas assistenciais, parcerias entre países, aumento o crédito de países mais pobres para aquisição de alimentos, propagandas em rádios, jornais e televisões para evitar o desperdício, podendo ter como consequência um aumento ao acesso à alimentação de qualidade, diminuindo assim a taxa da fome.