Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 20/11/2020
É evidente que há uma grande desigualdade social que leva a vários problemas comunitários como a fome, a saúde, o uso de drogas, entre outros. Em novelas do horário nobre de grandes emissoras retrata-se bem essas diferenças. Personagens que moram em um lixão, com péssimas condições de infraestrutura, alimento e saneamento básico, enquanto outros vivem em mansões, com um alto padrão de vida, consumindo mais do que necessita e com toda uma base financeira para uma vida digna. Tal fato se dá devido a má distribuição de recursos, fatores históricos e problemas de gestão pública.
Primeiramente, é preciso ressaltar que a desigualdade social está em todo o mundo, já se sabe que cerca de 99% das riquezas mundiais estão concentradas nas mãos de apenas 1% da população e 1% das riquezas está concentrada nas mão de 99% da população, segundo dados da ONG britânica Oxfam. A partir disso, é possível perceber que há um grande desequilíbrio de recursos no mundo. Outra causa que gera a pobreza e a desigualdade social são: a colonização, os sistemas de governo, crises políticas e econômicas, guerras civis e índice de criminalidade.
Os problemas de saúde pública também agravam essas condições. A pobreza gera fome, que vem matando 1 a cada 10 mil pessoas por ano em todo o mundo, também segundo dados da Oxfam. A maioria dos lugares onde pessoas de baixa renda moram não tem estruturas de saneamento básico, sendo esgoto a céu aberto, correndo ainda o risco de serem contaminados nesse cenário. Além disso, existem os vícios devido a doenças psicológicas como a depressão e a ansiedade, dificultando ainda mais a mudança dessas condições.
Sendo assim, é de extrema urgência que sejam aplicadas em plena prática políticas públicas por parte do Estado, que capacite e disponha de boa gestão e de profissionais preparados - principalmente os das áreas de saúde e infraestrutura - que consigam garantir à parte marginalizada as condições mínimas de saúde, moradia, alimento e educação.