Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 01/06/2021
O filme contemporâneo ‘‘O poço’’, ao representar o excesso de mantimentos nos primeiros niveis e a carência deles nas camadas mais profundas de um cárcere dividido verticalmente, é o retrato da desigualdade social. Diante disso, tal desequilíbrio, consequentemente leva a fome. Similarmente, no que concerne, a luta às dificuldades do acesso à alimentação no Brasil, observa-se a influência das diferenças de classes, juntamente aos impactos da perda de comida na presença desta problemática.
Inicialmente, é válido destacar, que a diferença de classes é um termo valioso na análise dessa questão. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), apenas 1% da população brasileira possui uma renda 34 vezes maior que 50% da porção mais pobre do país. Além disso, ainda de acordo com o IBGE, cerca de 25% das pessoas possuem um rendimento inferior à 500,00 reias mensais. Nesse contexto, tais indivíduos economicamente carentes são distanciados do direito ao acesso à alimentação, decretado na Constituição, haja vista o alto preço dos alimentos ocasionado pela crescente exportação.
Ademais, junto às diferenças econômicas, o desperdício contribui para essa conjutura exponencialmente. Em conformidade, com os dados do IBGE, é revelado que mais de milhões de toneladas de mantimentos são desperdiçados anualmente no Brasil. Dessa maneira, pode-se averiguar que os comportamentos individuais, também, pioram o estado da fome. Uma vez que, o descarte dispensável gera a premência de recompra.
Portanto, conclui-se que, as diferenças socias e o desperdício de alimentos corroboram para o aumento da fome no Brasil. Para que, o país diminua os índices de desnutrição, é necessário que o Ministério Público por meio de verbas, auxilie projetos de ONGs, que visem elevar o número de pessoas com ingresso á alimentação. Para mais, é importante que o Ministério da Cidadania, conscientize a população verde-amarela, para que reduza o descarte desnecessário, e o país seja igualitário.