Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 12/05/2021

No livro “Utopia” de Thomas More, é exposto um ambiente perfeito, no qual a consciência coletiva e eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora de obra, é fato que a fome e desigualdade social no século XXI apresentam um obstáculo para a sociedade mundial. Nesse sentido, em virtude da falta de consciência dos indivíduos como também, o descaso de alguns governantes, a fome e a desigualdade é agravada.

De início, é importante reconhecer que a fome e a desigualdade social não são um problema novo. De acordo com a ONU, 74kg de comida são desperdiçados por ano por pessoa, enquanto a fome atinge 820 milhões de pessoas no mundo todo. Portanto, é evidente que a consciência sobre a fome não é coletiva. Bem como a desigualdade social, que em 2020 o Brasil registrou 19 milhões de famintos e 20 novos bilionários durante a pandemia, de acordo com o Jornal Folha. Em suma, infelizmente a cada dia uns tem muito e outros quase nada.

Além disso, o descaso dos governantes é prejudicial para ambos os problemas, a falta de empregos gera tanto a fome quanto a disparidade entre as classes sociais. O continente africano é o continente mais pobre do mundo, a exploração e história do continente fez com que no século 21 ele não tenha se recuperado e alcançado os outros países. A falta de recursos financeiros faz com que não tenham pesquisas que levam a tecnologia, gerando então renda, por conseguinte, diminuindo a taxa de fome e desigualdade. Dessa forma, é necessário medidas capazes de mitigar essa problemática.

Para tanto, cabe ao Poder Público executar programas de auxílio para a distribuição de alimentos básicos aos necessitados, e ajuda aos continentes mais pobres como a África. Outrossim, é indispensável que os mesmos gerem mais empregos para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Para mais, a mídia deve incentivar através de comerciais a importância de diminuir o desperdício e a doação de comida em cestas básicas.Em síntese, criar uma consciência coletiva e contar com a eficiência do Estado, como em “Utopia” de Thomas More.