Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/05/2021
A Constituição federal de 1988, documento mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito à igualdade social como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a carência de projetos socias e o dessinteresse de ajuda entre os mais ricos. Dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perpectiva, faz-se necessário a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro lugar, é importante destacar a falta de medidas governamentais para combater a alta desigualdade social onde muitos brasileiros não tem acesso a saneamento básico, como dito a palavra, é o básico para nós seres humanos. Nesse sentido, a falta de recursos essênciais propocionam que pessoas com renda baixa continuem na mesmice. Conquando, a famosa frase de Aristóteles, “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”. Onde nos dias atuais as pessoas tratam umas diferente das outras, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o desprezo da alta classe com os menos favorecidos como impulsionador da alta desigualdade no brasil. Segundo, “Não há competição onde há desigualdade de condições. Há covardia’’. frase do escritor Eduardo Marinho, onde deixa explicito o desprezo entre os desfavorecidos. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Portanto, mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Economia e Ministério da cidadania, por meio de projetos de renda, programas de mais empregos e propocionar mais saneamento básicos para todos. Somente assim, será possível diminuir a pobreza do país.