Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 01/06/2021

Hodiernamente, o aumento no número de casos de depressão no Brasil é alarmante, o cenário de pandemia colocou muitas pessoas em anciedade saúde mental debilitada. No entanto, com conhecimento frágil e escasso da população ainda existem múltiplos preconceitos de despudor as vítimas, seja pela incompetência estatal em levar conhecimento à população, seja pela falta de empatia dos mesmo. Assim, cabe a análise das consequências e possível solução da problemática.

De ínicio, segundo a Organização Mundial da Saúde OMS, aproximadamente, 12 milhões de pessoas sofrem com depressão. Dado exposto, é repugnante a forma com que o governo lida com a pauta, visto que existem vítimas sofrendo por ter que lida com seus problemas e a desinformação do outro. Por exemplo, a frase do momento é “Depressão é frescura”, porém quem diz isto não sabe a dor do outro, e isto é calamitante, pois o governo foi negligente em levar a informação.

Sobretudo, segundo Jurgen Harbermas, “O processo é impossível sem mudanças; e aquele que não consegue mudar suas mentes não conseguem mudar nada.” Sob tal ótica, é explícito que a sociedade precisa se conscientizae a respeito de falas intolerântes  e preconceituosas, pois doenças mentais nunca foram frescura, por isso é necessário ter empatia pelo próximo e leva-lo a procurar ajuda profissional.

Depreende-se, portanto, medidas necessitam ser tomadas. O Governo, deve criar o projeto de apoio “Quero Ajudar”, levando ajuda às pessoas que sofrem com a doença, através dos meios midiáticos informando que depressão não é frescura com palestras de incentivo. Além, de levar informação a pátria a esta pauta e frisar empatia e respeito as vítimas da doença. Dessa forma, a desinformação será aniquilada da sociedade e os doentes serão vistos com respeito por todos.