Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 15/06/2021
Desigualdade social ocorre quando há diferença nas condições financeiras e nos direitos dos indivíduos de uma determinada região. Esse fenômeno está presente na realidade atual, já que em países com alto nível de precariedade, como a África, são considerados subdesenvolvidos se comparados a países europeus desenvolvidos. Dessa forma, entende-se que há um contexto histórico determinante dessas condições e, junto com a má distribuição de riquezas, emergem-se problemas como fome e miséria, que precisam ser revertidos.
Sob um primeiro olhar, é preciso destacar que o problema da desigualdade na sociedade é causado por acontecimentos históricos. Nessa linha de pensamento, pode-se fazer uma alusão à época do fim da Guerra Fria, na qual uma Nova Ordem Mundial foi constituída. Consoante a isso, percebe-se a formação de algumas características, como o aumento do consumo em países desenvolvidos perante o aumento da fome e miséria em países subdesenvolvidos, determinando quem são os países ricos e pobres, respectivamente. Por essa ótica, se consegue entender que, desde 1991, essa é uma realidade, tendo sido iniciada há muito tempo e não parada a partir de então. Logo, já que está presente há anos, é inevitável que se tenham problemas de desigualdade, tornando sua resolução mais dificultada.
Em segundo plano, outra causa para a configuração do problema é a má distribuição de riquezas. Sob esse viés, surge a concentração de recursos em um só lugar, como alimentos e vestimentas, enquanto essas mesmas necessidades básicas ao ser humano faltam em vários lugares, como é o caso do continente africano, que tem um nível grave de acordo com o Índice Global da Fome, de 2014, divulgado pela Organização Não Governamental (ONG) Ação Agrária Alemã. Dessa forma, sabe-se que não há um planejamento para melhorar a distribuição e transformar o quadro atual, causando, assim, a permanência do problema no mundo.
Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Para isso, é preciso que o Governo planeje uma distribuição de riquezas mais igualitária, para o melhoramento das precárias condições que os países subdesenvolvidos passam, objetivando que esse problema seja solucionado. Além disso, cabe às prefeituras das cidades a realização de um projeto de conscientização das pessoas perante a questão, mostrando-os as diversas ONG’s que trabalham na área e ensinando-os a serem cidadãos na busca de resoluções. Tais ensinamentos devem ser realizados por meio de palestras em locais públicos, no período do contraturno e aberto para a comunidade. A partir dessas informações, poderá se consolidar um mundo mais justo.