Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 15/06/2021
A fome é caracterizada pela ONU como a falta de acesso à comida suficiente para a alimentação diária de um indivíduo, indicando também extrema pobreza e péssimas condições de vida. Após o estabelecimento deste conceito, foram realizadas pesquisas pela própria Organização das Nações Unidas, para acompanhar o número de pessoas que se encontram nesta situação.
Os números obtidos por tais pesquisas evidenciam que 12,5% da população mundial, representando oitocentas e setenta milhões de pessoas no ano de 2019, estão caracterizadas dentro do conceito estabelecido anteriormente de fome. No Brasil, a situação não se mostra tão alarmante, os números apenas diminuíram nas últimas duas décadas, porém, este é um problema extremamente presente na região oriental do globo. China e Índia possuem as maiores taxas de indivíduos que foram identificados na pesquisa da ONU, especificamente quinhentas e vinte e seis milhões de pessoas.
Desse modo, diversas políticas de prevenção contra a fome foram estruturadas pela ONU e assumidas como compromisso por diversos dos países asiáticos. Estes compromissos não tiveram efeito nas atitudes de tais governantes e, portanto, cabe a ONU cobrar ações mais drásticas além de programas para amenizar o problema. A ação que demonstra mais efetividade, quando é observado o aspecto da fome, é o controle populacional imposto pelos próprios governos, limitando o número de filhos e consequentemente aumentando a disponibilidade de alimentos para a população em questão.