Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 15/07/2021
“Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade nada fazem.” Essa afirmação do filósofo pré-socrático Demócrito pode ser facilmente aplicada ao contexto da fome e desigualdade social contemporânea que, de certo modo, é consequência da iniciativa da propriedade privada. Nas eleições brasileiras, muitos são aqueles que prometem a proteção e auxílio dos que necessitam de sustentos, sejam eles alimento, oportunidades trabalhistas ou melhores condições de vivência, porém as promessas não são cumpridas ou postas em execução.
Dessa forma, é importante reconhecer a situação onde a população está imersa. No fim de 2020, o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 revelou que 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos lares sofreram algum grau de insegurança alimentar – quase o dobro em relação aos dados de 2018. Nesse cenário, é de extrema importância que os governantes não ignorem uma condição que afeta grande parte da população.
Portanto, torna-se evidente que o Estado é a ferramenta mais adequada de auxílio e solução da situação, porém, por ingerência do Governo ao não se posicionar frente ao alto surgimento de situações de pobreza e fome extrema no mundo, a onda de moradores de rua e mortes por fome no país vão ser cada vez maiores e normalizadas frente a população. Isso pode ser facilmente ilustrado nas ruas da população brasileira, onde há pessoas sobrevivendo em condições de extrema insalubridade, enquanto encontramos, não tão distante, a vivência de superficialidades dos “poderosos”
Mediante ao exposto, a melhor opção de interveção é a qual o governo federal trabalha em um plano, juntamente com o Ministério da Cidadania, que dê condições apropriadas de vivência padrão aos necessitados, como moradia, fornecimento de alimento e condições sanitárias e higiênicas. A partir disso, parte da problematização será, quase que totalmente resolvida,