Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 16/07/2021
Na obra “O Quinze” de Raquel Queiroz, ele fala sobre o sofrimento e a fome enfrentados pela população nordestina em 1915. Porém, um século depois, os casos de morte por “desnutrição” eram chocantes. Embora a pobreza seja um dos principais indicadores, o nível de abandono do país é um precursor da doença de raiz no Brasil.
No século 18, o padre Thomas Malthus desenvolveu a teoria malthusiana, que afirmava que a população da Europa cessaria porque o crescimento populacional acelerado ultrapassaria o suprimento de alimentos. No século 21, o Brasil ocupa a décima posição entre os países com maior desperdício de alimentos no mundo. É claramente apontado que a fome é a majestade do roubo administrativo do governo.
Em vista disso, como a obra modernista “O Quinze” condenou, o desemprego e a aquisição de riquezas nas mãos dos ricos tornam radical este infortúnio. Por outro lado, criou a sociedade capitalista defendida por Adam Smith, tornando-nos altamente subservientes aos países individualistas e aos exemplos de vida social.
Portanto, é necessário que o governo coopere com as organizações não governamentais para acolher essas pessoas em posições sociais instáveis. Por exemplo: moradores de rua e catadores de lixo os encaminham para programas governamentais de moradia e alimentação, como vale-alimentação, para que possam se dividir em condições de vulnerabilidade socioeconômica, limitar a estagnação da desigualdade social e eliminar a fome no Brasil.