Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 17/07/2021

Desde do século XX, o Brasil enfrenta o problema da desigualdade social, mas visto que esse problema ainda é vivenciado. Entrando no contexto da fome, percebe que a uma má distribuição de alimentos e recursos dentro da sociedade é mais predominante do que a falta de produção. Logo, faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura, com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos direitos constitucionais.

Em primeiro ponto, é importante ressaltar o governo é responsável pela propagação desigualdade social, visto que esse problema não é contemporâneo e possui raízes históricas marcantes. A Constituição Federal, no artigo 5°, garante a individualidade como igualdade, direito a vida que engloba os princípios fundamentais do Art.1°. Desse modo, existe a fragilidade constitucional que fortalece a má distribuição de recursos e intensifica a fome pela falta de estrutura governamental.

Em segundo ponto, fatores históricos afetam a continuidade das questões de desigualdade. A revolução industrial tem seus efeitos negativos na contemporaneidade: a modernidade significa que o progresso está intimamente relacionado com a economia, deixando de lado o desaparecimento da desigualdade e da fome. Da mesma forma, sem o objetivo de erradicar a desigualdade e a fome, não haverá progresso democrático, vale ressaltar que o desenvolvimento dos direitos humanos é incompatível com a atual pobreza social.

Portanto, é urgente intervir nesse problema. Para isso, o Governo e o Ministério da Educação deve aliar democracia com eficiência econômica e justiça social e realizar projetos em apoio às vítimas das desigualdades, por meio de aplicação de normas rígidas e sentenças judiciais severas pela má distribuição de recursos, fazendo apurações de fiscalizações e oferecendo palestras sobre como colaborar com a preservação da dignidade humana e ampliar os serviços médicos nacionais para o exercício da cidadania, a fim de reverter Fome e desigualdade social.