Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 17/07/2021

Historicamente, a maioria das pessoas sofria com a fome por causa do sistema de castas que era bastante comum e mudar de classe social era imposível gerando muita desigualdade entre as classes. Os anos passam e ainda temos países onde a população não tem comida com sem condições de melhorar, algo muito triste e inaceitável não fazer algo a respeito.

A Organização das Nações Unidas (ONU) tinha até feito os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em 2015 sendo o segundo objetivo era acabar com a fome como também o décimo objetivo era reduzir as desilgualdades, todos esses objetivos foi estabelecido uma meta que até 2030 todos eles devem ter sido alcançados no mundo todo. Entretanto, segundo estudos da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e o Caribe) divulgados em 2017, a pobreza atinge 28% da população latino-americana, 167 milhões, sendo que destes, 71 milhões se encontram em pobreza extrema.

Lembrando que já estamos no ano de  2021 e ainda temos países que são dependentes de doações dos programas de ajuda médica ou de desigualdade e a maioria deles não pertencem ao estado ou seja do governo, como por exemplo: Médicos Sem Fronteiras (MSF), Oxfam, Caritas entre outros tantos. Isso parece demonstrar que os integrantes da ONU não estarem fazendo a sua parte para ajudar as pessoas nessas condições.

Portanto, pode-se entender que mesmo depois de muitos anos, O século 21 tem um certo ceticismo de que toda essa comunhão para o prol de um ato benéfico para as futuras gerações é apenas um sonho/fantasia ou uma realidade só que em um futuro bem distante e que se queremos alcançar a tal estabilidade social e econômica para todos terá que haver pressão popular para os integrantes da ONU fazerem alguma coisa para ajudar essas pessoas.