Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 18/07/2021
O neocolonialismo, decorrente no século XIX, desencadeou diversos impactos na atualidade. Perante tal, houve a exploração intensa da Ásia e África em prol da busca por território e mercado consumidor. Dessarte, esses continentes tiverem seus recursos, materiais e humanos, extremamente detidos e aproveitados por terceiros, resultando em condições agudamente precárias. Por obra das dificuldaddes encontradas no aproveitamento total dos alimentos disponíveis e da negligência dos direitos humanos básicos que não são garantidos como deveriam, encontra-se a problemática da fome e desigualdade no século XXI. Assim, tais desafios devem ser superados para que uma sociedade íntegra seja alcançada.
Primeiramente, a alimentação é uma necessidade crucial para a existência e manutenção do corpo do ser humano. Todavia, não só pela falta de alimentos morrem cerca de 30 milhões de pessoas por ano, como estimado no livro “Destruição Massiva, de Jean Ziegler, mas a falta de distribuição adequada faz com que 17% de todos os alimentos disponíveis para consumo sejam desperdiçados, informa a Organização das Nações Unidas (ONU). Deste modo, concluí-se que parte da população padece por fome em razão da organização duvidosa e imprudência social, também configurando ausência de comiseração organizacional. Nessa perspectiva, a distribuição alimentar deve ser uma preocupação tanto quanto a ausência de comida suficiente.
Ademais, é notável que o cenário atual é sustentado por negligenciamento legal e governamental. É um direito humano, conferido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e presente no artigo 25, o acesso à alimentação adequada, implicando também às condições físicas e econômicas para que todo indivíduo seja capaz de mantê-las de modo contínuo. Percebe-se assim o descumprimento e descaso com grande parcela da sociedade ao redor do mundo que sofre, seja com a fome, desigualdade social, falta de moradia e tantos outros graves problemas, onde mais uma vez, destaca-se a África. Portanto, concluí-se que a falta de seriedade e fiscalização de tratados legalmente reconhecidos são causas diretas de milhões de mortes pelo globo terrestre.
Posto isso, infere-se a importância de atentar-se aos problemas desencadeados, no passado, que alcançaram a fome e desigualdade social extrema e que, atualmente, podem surtir outros se não cuidados, cedendo espaço e visibilidade ao assunto. Desse modo, a ONU poderia estimular campanhas de conscientização e promover estudos aprofundados para o adiantamento do alcance dos propósitos previstos pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável criado pelo órgão referido, divulgando a importância de cumprí-los imediatamente e fazendo com cada vez mais países adote o programa. Assim, garantir-se-ia que os aspectos problemáticos fossem gradativamente dissolvidos. PatyLP1707