Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 15/07/2021

Sabe-se que a séculos atrás na 1° revolução industrial uma das principais problematicas da sociedade era a questão da desigualdade e suas consequências como aumento da probreza e da fome que são intimamente ligados. Igualmente no século vigente isso vem se agravando,  com a pandemia e seus outros fatores subsequentes os indices de fome e desigualde social acreceram elevadamente resultado das crises e seus os problemas pré existentes que por sua vez enfraquereceram o estado e expuseram de forma ultrajante a desigualdade social e a fome mais uma vez.

Vale ressaltar que, já se havia a fome e a desigualdade no mundo, segundo a Rede Global contra a Crises Alimentares (GNAFC), que organiza o Relatório Global sobre Crises Alimentares 2021, os níveis de fome já não eram tão ruins nos últimos cinco anos nos 55 países analisados, no entanto, 20 milhões de pessoas a mais passaram fome no ano passado do que em 2019, e ainda, de acordo com um novo relatório, lançado por agências da ONU e parceiros, pelo menos 155 milhões de pessoas enfrentaram níveis de crise de insegurança alimentar em 2020 por causa de conflitos, eventos climáticos extremos e choques econômicos ligados em parte à COVID-19. Por fim, outro exemplo é o da educação, que como fala Olívia Bandeia jornalista e antrpóloga: “a substituição acrítica e acelerada dos processos presenciais em curso por práticas de EAD a desigualdade de acesso à internet e a equipamentos adequados no Brasil pode aprofundar os abismos da desigualdade educacional no país”. Os quais demonstram os efeitos dessa crise para esse cenário atual. Sendo assim, é inegável que se controle a pandemia para que então a fome e a desigualdade sejam combatidas, uma vez que este causa ou amplia a ambos.

Resalva-se também que, enquanto o estado se encontrava de mãos atadas, a comossão e o movimento das nações, empresas e de diversos setores de serviços foram cruciais para a redução ou apasigamento das crises mostrarando o papel da solidáriedade sedendo serviços gratuitos e voluntários para o recuperação das pessoas e consequentemente do sistema.

Por tanto, é mister que trate primeiramente da carência no estado para que então possa-se conter ou acabar com a fome e a desigualdade social na atualidade por meio de por exemplo medidas econômicas como em casos extremos, seja doado ou investimento  e também acionando ONG como a PMA que é voltada ao combate a fome ou outras em específicos a necessidade de cada lugar, de forma que o dê condições de gerir seus problemas e através disso  interfira para sustentar,  pois como bem diz o filósofo, sociologo e alemão Walter Benjamin “Deus é quem nutre todos os homens, e o Estado é quem os reduz à fome”.