Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 14/07/2021

Após a Guerra Fria, com o avanço do capitalismo, o processo de globalização intensificou-se, bem como seus efeitos. Diante disso, o contato entre diferentes povos ampliou o conceito de identidade nacional. A fome e desigualdade social no século XXI reflete pontos negativos dessa realidade.

Há dois critérios para se julgar a pobreza dentro do país ou do mundo em si: Nacionalmente, se a pessoa ou família ganha menos de 60% de tudo que é produzido dentro do país de origem, ela é classificada como pobre, e internacionalmente, e a mais aceita e difundida, se a pessoa ou família ganha o equivalente a menos de 2 dólares por salário, ela é considerada pobre. Considerando desses aspectos, a desigualdade social dentro do país, visto do ponto econômico, pode ser diferente para cada país, pois se analisarmos um país de primeiro mundo, por exemplo, a taxa de desigualdade social tem a probabilidade de ser baixa, no entanto, se for analizado um país de segundo mundo, ele pode ter uma alta desigualdade social, pois ainda está se desenvolvendo.

Só que mesmo um país sendo desenvolvido a mais tempo, a desigualdade social pode ter níveis elevados, pois a tendência dos ricos é de ficarem mais ricos, e a dos pobres, é de ficarem mais pobres, mas se o Estado for bem desenvolvido, e dividir as riquezas de forma certa, a tendência dos dois polos sociais é de ficarem mais ricos. De certa forma, a desigualdade social e a pobreza andam juntas nas análises, porque a pobreza reflete a desigualdade social de um país. Outrora, as famílias tinham de 3 a 5 filhos, mas dos tempos para cá, elas tem tido somente um filho pois sabiam que não conseguiriam ter a condição financeira para se sustentar e sustentar os filhos, e isso é algo que deveria ser estudado nas escolas, para que não se repita nos tempos futuros.

Recai sobre o ser humano, portanto, o compromisso de administrar com mais consciência as mudanças proporcionadas pelo avanço do mundo globalizado, uma vez que (Retomada da tese/“opinião”). Sendo assim, desde que haja a parceria entre governo, comunidade e família, produzindo palestras alertando esse perigo e melhorando a divisão de bens dentro dos governos mundiais, será possível amenizar a fome e a desigualdade social no século XXI, construindo o progresso sem desconsiderar a ordem.