Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 18/07/2021
Segundo Franklin D. Roosevelt, ex-presidente dos Estados Unidos, “a prova do nosso progresso não é se aumentamos a abundância dos que têm muito, mas se providenciamos o suficiente para os que têm muito pouco”. E seguindo essa linha de raciocínio, nós não estamos progredindo, visto que, com o passar dos anos a fome atinge cada vez mais pessoas e a desigualdade social se perpétua na sociedade.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação recuperada estejam entre as causas do problema. Conforme Aristótales, “uma poética deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade”. De forma análoga a isso, é possível perceber que, no mundo, a má distribuição de renda rompe essa harmonia; haja vista que; para que todos tenham acesso a uma vida digna, não se pode ter uma pequena quantidade de pessoas com alta quantidade de riqueza, enquanto a outra parcela maior da população muitas vezes não tem condições nem de ter o minímo para sobreviver.
Ainda nessa perspectiva dessa problemática, vale destacar que a falta de investimento voltado para população mais pobre, dificuldade ainda mais a ascensão de um indivíduo que deseja sair da situação que vive e entrar para elite mundial, dado que, sem condição financeira; oportunidades de trabalho e acesso à educação, uma vida de luxo e conforto se torna uma utópia.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantia ao direito à uma vida digna e justa para todo e qualquer indivíduo. Desse modo, o Estado deve, mediante a ampliação da atuação dos órgãos competentes, imprimir cobranças proporcionais a riqueza de cada indivíduo. Além disso, cabe-lhes uma garantia de programas de desenvolvimento da população indigente, integrando eles ao mercado de trabalho e promovendo a ascensão profissinal deles. Por fim, o objetivo que se almeja para todos é um mundo livre da abarcia e da desproporção de riquezas que tanto degradam a sociedade.