Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/07/2021
No Brasil, uma população negra trazida de terras africanas foi escravizada, enquanto os brancos eram os senhores. Como sabemos, a propriedade é algo que se passa de geração em geração. Consequentemente, esses senhores enriqueceram com o trabalho de escravos e passaram seus bens aos filhos. E mesmo que ela tenha acabado, uma população negra foi deixada sem propriedade, e o fruto de seu trabalho continua nas mãos dos descendentes antigos senhores.
Logo, Para se ter uma ideia do tamanho da desigualdade, na cidade de São Paulo, por exemplo, enquanto as pessoas que estão no estrato superior têm rendimento R$ 8.305,12, o inferior tem média de R$ 202,92. No Rio de Janeiro, onde os 10% mais ricos têm renda média per capita de R$7.032,01, os 40% mais pobres têm renda média de apenas R$ 102,08. Com isso, surge como consequencia a questão da fome na sociedade, em que muitas pessoas não possui condição financeira de se alimentar com os nutrientes que o corpo precisa.
De acordo com o site G1, a cada 5 anos, cresce em 3 milhões o numero de pessoas sem acesso a alimentação. Logo, há diversos problemas como consequência, como desnutrição, anemia, raquitismo, disturbios mentais e fisícos e o mais grave que é a morte.
Portanto, é notório que a desigualdade e fome são problemas econômicos e sociais no Brasil e que medidas devem ser apontadas para erradicar a situação. Cabe ao governo voltar com programas de bolsa família, fome zero e garantir melhores oportunidades para as pessoas que possuem rendas baixas, bem como uma melhor distribuição de renda nacional. Somente assim, é possível tornar um mundo mais justo e melhor para todos.