Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 16/07/2021

‘‘Se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.’’ Essa ideologia estabelecida pelo filósofo educador Paulo Freite, na qual o ensino é capaz de configurar as relações ética e moral, reflete a possibilidade de mudanças sociais e conflitos gerados pela fome e desigualdade social no Brasil. Desse modo, é preciso que existam mudanças efetivas para que ocorram mudanças radicais na sociedade.

Em primeiro lugar, a gestão governamental é a principal responsável pela disseminação da desigualdade social. As leis da Constituição Federal garantem os direitos que devem ser respeitados. O Artigo 5º estipula as garantias pessoais, como a igualdade e o direito à vida, e inclui os princípios básicos do Artigo 1º, como a dignidade humana e a saúde. Neste preconceito, encontram-se fragilidades constitucionais que, devido à falta de estrutura governamental, agravaram a distribuição desigual de recursos e aumentaram a fome, resultando na inaplicabilidade da lei e na tentativa inválida de soluções sociais.

Além disso, fatores históricos afetam a continuidade das questões de desigualdade. A revolução industrial tem seus efeitos negativos na contemporaneidade: a modernidade significa que o progresso está intimamente relacionado com a economia, deixando de lado o desaparecimento da desigualdade e da fome. Da mesma forma, sem o objetivo de erradicar a desigualdade e a fome, não haverá progresso democrático, vale ressaltar que o desenvolvimento dos direitos humanos é incompatível com a atual pobreza social.

Portanto, propostas devem entrar em vigor a fim de solucionar os problemas já mencionados. Para tanto, o Governo deve aliar democracia com eficiência econômica e justiça social, aplicando normas rígidas e sentenças judiciais severas pela má distribuição de recursos, fazendo apurações de fiscalizações. Ademais, o Ministério da Educação vinculado às assistências sociais devem realizar projetos em apoio às vítimas das desigualdades, oferecendo palestras sobre como colaborar com a preservação da dignidade humana e ampliar os serviços médicos nacionais para o exercício da cidadania. Assim, o Brasil estará de acordo com os avanços democrático e com o desenvolvimento social.