Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 16/07/2021
Uma das características mais comuns em muitos Países pelo mundo, é a desigualde social que se caracteriza pela relação social que determina uma situação desigual. Pode ser apresentando por questões de gênero, raça, cor de pele, crença religiosa ou grupos sociais. Essa desigualdade pode gerar como consequência, diversas limitações sociais para famílias com baixa renda de formas extremamentes prejudiciais, perdendo oportunidades de garantir saúde de qualidade, acesso livre para educação e direito total há oportunidades de trabalho.
Existem casos de desigualdade social onde pessoas sofrem grandes consequências como uma falta extrema de alimentação. A fome é uma condição extrema gerada pela desigualdade que pode resultar em subnutrição ou em casos mais graves pode levar ao óbito. Muitos problemas que ocorrem em crianças durante seu crescimento pode ser ocasionada pela falta de alimentação da mãe durante o período de gestação.
Durante a pandemia, os índices de desigualdade social aumentou gradativamente, De acordo com a pesquisa Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), o país atingiu, em 2020, a pior nota média de satisfação com a vida desde 2006. Já a desigualdade, medida pelo chamado índice de Gini, atingiu o patamar mais alto, batendo também o recorde de toda a série histórica no primeiro trimestre de 2021.Durante a pandemia, a renda média do brasileiro foi de R$ 1.122 para R$ 995.
Para reduzir os índices de desigualdade e a subnutrição no Brasil é necessário que o Governo Federal forneça programas de auxílio para famílias que lidam com limitações sociais causadas pela desigualdade tanto de formas trabalhistas quanto no livre acesso para saúde completa. E em questão do acesso livre para educação é possível que o Governo Federal auxiliasse Instituições de Ensino para permitir o acesso de mais alunos, assim diminuindo a Fome e desigualdade social no século XXI.