Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 18/07/2021

O filósofo grego Aristóteles, o prussiano Immanuel Kant, o britânico Jeremy Bentham, todos eles têm algo em comum: dissertaram sobre a ética, condutas universais do homem para que se tenha boa convivência social de maneira plena. No entanto, essas regras vêm sendo quebradas constantemente, como é o caso da fome e da desigualdade social no século XXI. Desta forma, torna-se relevante discutir acerca dessa problemática.

No contexto dessa discussão, é válido lembrar que de acordo com o Artigo 6º da Constituição Federal de 1988, são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação e a moradia. Vale ressaltar, portanto, que na sociedade atual, a constituição não é empregada com eficiência, proliferando a fome e a desigualdade principalmente nas regiões menos favorecidas e mais afastadas das grandes cidades. Esse dado reforça a importância de buscar maneiras para acabar com esse problema no Brasil.

Paralelo a isso, como diz o pensador e filósofo Confúcio, “não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador”. Similarmente, esse pensamento entra em conformidade com a negligência do governo sobre os problemas de desigualdade social no país. Mesmo tendo leis contra esse problema, segundo o IBGE, o Brasil continua em nono lugar no ranking dos países mais desiguais do mundo.

Diante do exposto, entende-se a necessidade de reunir esforços para diminuir a fome e a desigualdade no século XXI. Logo, é imprescindível que o Poder Legislativo, orgão responsável pela elaboração das leis e pela fiscalização dos atos do poder executivo, implemente leis mais severas para acabar com a fome e a desigualdade no país, desenvolvendo mais oportunidades para as pessoas menos favorecidas, com a finalidade de aumentar a igualdade no país. Com essas condutas, ter-se-á um Brasil mais ético e melhor.