Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 01/08/2021
“Construimos muitos muros e poucas pontes.” Essa afirmação do teólogo e cientista inglês Issac Newton, pode ser facilmente aplicada ao comportamento da sociedade diante da fome e desigualdade social no Brasil, já que os desperdício de alimentos retarda ao crescimento desigual, é marcada na sociedade por concentrar a construção de Barreiras social e a escassez de medidas para a sua erradicação. Contudo, torna-se claro que esse panorama tem origem na concepção conservadora, que aprofunda uma mentalidade segregacionista. A fim de mitigar os males relativos essa temática, é importante analisar a negligência estatal e deficiência da má distribuição de alimento.
Primordialmente, é necessário destacar a forma como parte do Estado acostumar lidar com a fome no isso porque, como afirmou Gilberto Dimenstein, em uma obra “cidade de papel”, a legislação brasileira é ineficaz, visto que, embora aparente ser completa na teoria, muitas vezes, não se concretiza na prática. Prova disso é a escassez de políticas públicas sastifatórias voltadas para aplicação do artigo 6° da “Constituição Cidadã”, que garante, entre tantos direitos, a alimentação. Isso é perceptível, seja pela pequena campanha de conscientizaçãoa acerca da fome, seja pelo fato de toneladas de comidas produzidas um terço é desperdiçada. Assim, infere-se que nem mesmo o princípio jurídico foi capaz de garantir o combate à fome pertinente a população vulnerável.
Outrossim, a fome e a pobreza caminha lado a lado, pois uma pode ser a causa ou consequência da outra. No filme espanhol “o poço”, prisioneiro são confinados em uma torre e só podem se alimentar dos resto de comida do nível acima. É possível perceber a desigualdade social. Fora da alusão, pode-se afirmar que o próprio ser humano causa a concentração de riqueza desigual, uma vez que, a sociedade não contribui no combate à fome relacionado à pobreza e a miséria, crianças menores de 5 anos e mulheres grávidas em período de amamentação são as mais afetadas pela fome no mundo. Dessa maneira, como o filme o poço a ascensão social é descartada e esse cenário passa para geração.
Frente e tal problemática, faz esse urgente, pois, que o ministério público, cujo dever, de acordo com artigo 127 da “Constituição cidadã” é garantir a ordem jurídica e defesa dos interesses social e individuais indisponíveis, cobre do Estado ações concretas a fim de combater a pobreza e miséria. Entre essas ações, deve-se incluir parcerias com as plataformas midiáticas nas quais propagandas de apelo emocional, mediante promovam campanhas que incentiva a população a repensar no desperdício alimentares, deverão concientizar acerca da importância do respeito a fome, ademais é preciso haver mudança na sociedade, baseadas no incentivo a compreensão, por meio de debates abertos.