Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 12/08/2021
A Constituição Federal de 1988 garante a alimentação como um direito social brasileiro. Entretanto, o auto nível de pobreza extrema e a má destruição de renda do país, tornam os progamas governamentais de combate à fome, não efetivos e insufisientes para reduzir a desigualdade estrutural. Posto que, extrema pobreza, significa não ter o que comer e essa mazela está presente na sociedade, desde o período colonial. Tal fato, reflete uma realidade extremamente complexa e preocupante, não que diz respeito aos seus efeitos sobre a população nacional.
A priori, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), treze milhões de brasileiros vivem em extrema pobreza e, no nordeste, há o maior índicie de concentração. No entanto, a pandemia de Covid-19 agravou a situação e expôs as fraquesas do sistema alimentar brasileiro, com destaque no contraste da destribuição de renda, como fator que mais contribui para esse estorvo. Nesse viés, ações do governo mais efetivas são essenciais para garantir um direito humano.
Outrossim, vale postular que, a desilgualdade social no Brasil é um legado, marcado pelo desequilíbrio da estrutura social. Bem como, decorre da dificuldade de acessos básicos, como previdência social e lazer, e da falta de acesso à educação. Contudo, Barão de Itararé já afirma que, os homens nascem iguais, mas no dia seguinte, já são diferentes. Assim, é necessário que as mudanças ocorram, visto que todos são iguais perante a lei e, merecem oportunidades de mudar sua realidade.
Diante do exposto, para superar todos os malefícios que resultam na fome, medidas devem ser tratadas. Sendo assim, é necessário que o Ministério da Saúde junto à Secretaria de Justiça de cada Estado, transformem terrenos públicos em hortas comunitárias, onde também devem ser oferecidas três refeições ao dia e campanhas de alfabetização. Tais medidas, serão motivadas pelo baixo IDH brasileiro que, precisa ser elevado, e teriam por finalidade fornecer os direitos sociais. Somente dessa forma, alcançar-se-á uma democracia plena que se diferencie da realidade.
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