Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

Desde o fim da Idade Média, com o início do Capitalismo, as variações no valor do salário e nas formas de trabalho tornaram mais evidentes as divisões de classes sociais. Em conjunto a isso, se intensificou a quantidade de pessoas que não possuem condições dignas para se viver. Na atualidade, existem muitas causas que contribuem para a fome e desigualdade no séculos XXI. E, por meio dessa realidade, são percebidos diversos efeitos negativos que influenciam, tanto no modo de vida da pessoa em questão, quanto em seu convívio em sociedade.

Em primeiro plano, é necessário debater que diversas pessoas não conseguem ter condições para possuir uma vida íntegra. Mediante a essa informação, as principais causas que contribuem para isso, são a falta de formação profissional que provocam adversidades para o indivíduo encontrar um trabalho remunerado, e análoga à isso, é presente uma falta de auxílio voltada para a população mais carente, a qual interfere para que essas pessoas tenham uma realidade mais difícil. De acordo com as ideias citadas, alguns direitos básicos do ser humano que não são propostos ao mesmo influenciam para a desigualdade social, aliada a fome dos brasileiros.

Somado a isso, é importante debater que as baixas qualidades de vida de alguns indivíduos trazem muitas consequências duradouras para toda a sociedade. Além de que as pessoas com uma renda inferior estão sujeitas a enfrentar muitas dificuldades como fome, doenças e criminalidade, por exemplo. Essas pessoas sofrem pelos desafios de serem excluídas do meio social, uma vez que por não possuírem uma condição financeira alta, a maior parte da população desenvolve um preconceito em relação a tais seres humanos. Conclui-se dessa forma, que a falta de melhores condições de vida influencia diretamente na vida dessas pessoas e no modo como elas se relacionam com o meio social.

Portanto, é necessário diminuir todas as repercussões causadas pelo problema de desigualdade no Brasil. Por isso, cabe ao Ministério da Cidadania, em conjunto com o Judiciário Brasileiro, criarem programas de fiscalização das leis voltadas às condições de vida eminente, de forma que seja destinado parte da verba nacional para a concretização desses projetos. Desse modo, os direitos da população serão exercidos em um meio mais ativo. Só, então, a igualdade social será proposta para todos os brasileiros.