Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho.” Através deste trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, percebe-se que a sociedade/homem ao longo de seu desenvolvimento encontra obstáculos em sua caminhada. (…) Infere-se, portanto, que a desigualdade social se mostra uma grande pedra a ser removida do caminho para o desenvolvimento brasileiro. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: fome e a educação.
Em primeiro plano, podemos destacar a fome como uma das maiores consequências da desigualdade social. Embora seja mais radical em determinadas regiões, o problema agrava todo o país. O Nordeste é a região do Brasil onde esse problema é mais grave, seguindo-se a região Norte. No Maranhão, mais de 60% da população passa por dificuldades para se alimentar em condições. Segue-se Piauí, Amazonas e Pará. Em situação grave, o Acre é o estado que mais se destaca. No que respeita às zonas, o problema da fome incide em 6,3% na zona rural contra 3,1% detectado na zona urbana. Além disso, é notória a desigualdade na educação brasileira. Consoante a isso nas palavras de Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.
Desse modo, a educação é um fator chave para que seja possível amenizar o crescimento constante da desigualdade social. Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham amenizar a desigualdade social no Brasil.
Por conseguinte, cabe ao ministério da educação, investir mais fortemente na educação, incentivando uma futura geração, mais bem estruturada, que consiga prosperar no mercado de trabalho independente de sua classe social. Somente assim poderemos solucionar a desigualdade social.