Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

Atualmente, a fome e a desigualdade social são desafios que atingem a sociedade. Com o passar dos anos, isso vem se tornando cada vez mais frequente e, consequentemente, empobrece e desvaloriza a qualidade de vida de toda a população mundial. Uma medida que seria de grande eficácia, se consiste na conversa entre sociedade e o Estado sobre os caminhos para combater este problema: a fome e a desigualdade.

De acordo com a ONU, foi indigitado que mais 815 milhões de pessoas não tem contém uma renda suficiente para comer no mundo. A fome e a desigualdade de qualquer maneira estão fortemente ligados, basta apenas se questionar sobre o Indice de Gini, que é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Desse modo, simplesmente a população mais prejudicada financeiramente sofre com esses problemas. Ademais, é indicado que a fome no mundo também é uma questão sociocultural e política, já que há o episódio de haver pessoas em estado crítico de insegurança alimentar em locais sem problemas de abastecimento.

Para Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado. Analogamente, nota-se o rompimento da harmonia aristotélica, uma vez que o Governo acredita que uma subalimentação é suficiente para deter o problema, e não vê que a problemática é deveras extrema e faz parte de uma desigualdade social advinda da concentração de renda. Desse modo, percebe-se como o consequência da fome, na realidade, é fruto de uma política que perpetua a luta das classes sociais.

Portanto, o governo e as grandes empresas tem como objetivo a cessação da subsistência da fome e da desigualdade no século XXI. Para isso, o Governo em parceria com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar deve criar e aplicar medidas como a distribuição de cestas básicas com alimentos saudáveis e necessários para a sobrevivência humana, além de legislações que obriguem as empresas a destinar parte dos alimentos para essa finalidade e distribuição igualitária na população. Outrossim, os trabalhos voluntários como as ONGs, campanhas incentivando a doação de suprimentos a aqueles que necessitam, podem ser criados e divulgados nas redes sociais, que amplificam  o publico alvo, e, consequentemente auxiliando na resolução desses problemas.