Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
Fome e Desigualdade Social no Século XXI
Em nossa sociedade sempre existiu a fome e a desigualdade social. Infelizmente, elas caminham juntas e vem causando transtornos e situações desesperadoras para muitas famílias brasileiras. Fato é que, desde o início da pandemia do Covid-19, em março de 2020, milhares e milhares de famílias vieram a passar ainda mais dificuldades financeiras, não só no Brasil, mas no mundo todo. As condições em que muitas pessoas se encontram são assustadoras. Diversas famílias vieram à falência com a perda de emprego o que acarretou no aumento da pobreza. Como muita delas não tem acesso à comida e muito menos, uma renda para comprar alimentos, passam fome, ficam dias sem se alimentar, dependentes de sextas básicas e da humildade das outras pessoas que tem condições financeiras melhores que acabam por ajudar.
É necessário que o governo brasileiro perceba priorize ações que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas, crie projetos sociais que capacitem para conseguir um emprego, melhore o acesso aos alimentos e ao mercado de trabalho. Existem atualmente cerca de 795 milhões de pessoas nessa situação, e a grande maioria vai procurar o que não temos aqui, em outros lugares com melhor desenvolvimento. A maior parte da população pobre vive em áreas rurais, onde a agricultura prevalece em forma de produção, então 75% da população vive em áreas rurais, e essa porcentagem pode ser ainda maior em lugares que possuem baixa renda. Assim, pequenos produtores possuem quatro vezes mais chances de serem pobres, do que qualquer outro empregado em um setor diferente, como por exemplo, no setor da economia. É importante resaltar que 90% das 570 milhões de fazendas agrícolas pelo mundo, são geridas por essas pessoas, sendo responsáveis por mais de 80% da produção mundial de alimentos, que muitas vezes se endividem para manter o cultivo ou que precisam vender a produção em épocas desfavoráveis. E a desigualdade está na distribuição dos alimentos. A produção global que temos hoje em dia é mais que o suficiente para suprir a necessidade de todas essas 795 milhões de pessoas. Se elas fossem distribuídas igualmente, não teríamos tantas dificuldades como estamos tendo atualmente. Então o governo deve repensar e investir em antigos projetos sociais, como, por exemplo, a Fome Zero, Bolsa Família, e muitos outros.
Mas não é só o governo que tem que agir. Assim como ele, cabe a nós a solidariedade aos mais necessitados, promovendo campanhas de prevenções a doenças, parcerias com a mídia e várias outras coisas que podem ajudar estas pessoas. Só assim minimizaremos esse problema que, infelizmente, mata diversas pessoas durante o ano. Basta cada um fazer a parte que lhe cabe!