Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

No século 21, o Brasil ocupou a décima posição entre os países com maior desperdício de alimentos no mundo. É claramente apontado que a fome é a majestade do roubo administrativo do governo.

Além disso, o desemprego também ocorreu, criou a sociedade capitalista defendida por Adam Smith, tornando-nos altamente subservientes aos países individualistas e aos exemplos de vida social.

Entre os efeitos da consolidação do capitalismo como principal modelo econômico, destaca-se a expansão das diferenças sociais. A fome sempre foi objeto de polêmica, principalmente pela heterogeneidade de sua ocorrência.

Portanto, vale ressaltar o contexto histórico e a concentração de renda como causa da fome. Na verdade, a desigualdade social não é exclusiva do século 21. Durante o período imperialista, as potências mundiais utilizaram os recursos dos países subdesenvolvidos para atender às necessidades do mercado interno.

Portanto, os países desenvolvidos carecem de atenção social por causa do etnocentrismo que considera outros países como países inferiores.

É necessário que o governo coopere com as organizações governamentais para acolher essas pessoas em condições sociais precárias

Além disso, a concentração de renda também é um fator que dificulta a erradicação da fome. De um modo geral, é o resultado de um cenário onde os lucros e o progresso são avaliados a todo custo. Segundo Michel Foucault, as relações interpessoais são relações de domínio.

Portanto, é urgente tomar medidas para amenizar a situação atual, que não é satisfatória. No campo civil, as instituições sociais devem usar debates e encontros para destacar fatores históricos da fome e promover estratégias de combate que visem reduzir os casos de fome.

Entretanto, âmbito federal, o Ministério da Fazenda deve destinar mais recursos públicos a campanhas privadas de apoio, como o Bolsa Família, para prevenir a pobreza extrema.