Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
No Brasil, a história cultural carrega consigo marcas de um país desigual desde a colônia, onde haviam portugueses, brancos, e escravos - predominantemente negros. Foi promulgada em 1888 a Lei Áurea, a qual garante liberdade aos escravizados. No entanto, infelizmente, tal medida não implica à uma ressocialização ou concebe direitos à esses povos. São mais de 300 anos num sistema desigual em que perdura-se desde então, uma discrepância social, tal qual não remete apenas à renda, mas condições de vida. Posto isto, se faz necessária uma releitura social nos tempos contemporâneos com o intuito de reduzir a distância entre classes.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimeto (PNUD) relata, em 2019, que o Brasil ocupa o 2° lugar como o país mais desigual do mundo, quando se trata de renda. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístia (IBGE), a parcela que representa o 1% mais rico o país, detém mais do que o dobro da renda dos 40% mais pobres. Tais dados evidenciam a clara a situação de subdesenvolvimento do país, a qual acarreta numa série de problemas sociais, como a falta de educação, saneamento básico, boas instalações hospitalares, problemas psicosociais e a fome. Esssa sequência de carências fazem parte de uma trilha, onde uma combate (quando há melhorias) ou agrava outra.
Interfere-se, portanto, a necessidade de um maior investimento nas áreas educacionais, e apoio a instituições não governamentais que estimulam a ascensão social dos pobres. Assim, os governos estaduais, em parceria com as secretárias estaduais de eduação e infraestrutura, fiscalizados pela Secretaria Nacional de Inclusão Social, devem se comprometer em promover campanhas de eduação inclusiva nas escolas e ações sociais independentes. As ONG’s precisam de incentivo e principalmente orientação, o músico Sabotage aborda em “Canão foi tão bom” questões relaionadas a desigualdade e destaca sobre os ricos: Sei que eles doam, mas não para os morros, para a UNICEF, os pobres esquecem".