Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
A grande crise alimentar, no mundo, não está relacionada com a produção alimentar, e sim com a desigualdade de renda entre a população. As pesquisas mostram claramente que apesar da produção de alimentos no planeta seja suficiente para todo o mundo, a fome ainda continua, principalmente nas áreas mais precárias.
Primeiramente, apesar da teoria de Thomas Malthus, também conhecida como, teoria Malthusiana, acredite que a fome do mundo está diretamente ligada ao fato da população ter aumentando, enquanto isso a produção de alimentos cresce mais devagar, uma pesquisa realizada pela ONU para a alimentação e agricultura, mostrou que a produção de alimentos é o bastante para saciar a fome de toda a população.
Mesmo assim, uma em cada nove pessoas vive a realidade da fome. Assim, podemos entender que a fome não está diretamente relacionada com a dimensão da população, nem com a produção alimentar, e sim com a desigualdade socioeconômica entre as pessoas. Um estudo realizado pela Organização não governamental (ONG), em 2014, chegou a conclusão que o país com o maior valor do PIB (Produto Interno Bruto) tende a ter os menores índices de fome, enquanto o país com menos Produto Interno Bruto (PIB) tende a ter os maiores índices de fome.
Sendo assim, para que possamos acabar com a crise alimentar no mundo, precisamos de programas sociais que procurem combater a fome, pobreza e a desigualdade social, fornecendo valores para as pessoas mais carentes ( que vivem com menos do que 1,90 dolar por dia). O cidadão poderá contribuir com doações que bem entender, e também as empresas do ramo alimentício devem doar alimentos que sobrarem, ou aquele está perto de vencer, para as famílias mais pobres.