Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
Pode-se notar que, com o advento da Revolução Industrial, houve um aumento nos índices das desigualdades sociais. Segundo o filósofo Marx, essa diferença se dá pela burguesia explorar o proletariado, classe social mais fraca e dona apenas de sua força de trabalho. No Brasil, a desigualdade é um problema sistêmico. Os dados do IBGE apontam que a concentração de renda aumentou em 2018 no país pros mais ricos. Portanto, cabe aos órgãos a partilha igualitária de recursos.
Em primeiro plano, desigualdade social acaba acarretando muitos outros problemas, como más condições de moradia, falta de saneamento básico e a fome. Porém, segundo o artigo 3 da Constituição da República, garante a erradicação das diferenças sociais, a realidade no Brasil, evidencia a utopia dessa norma, pois a concentração de renda está nas mãos da população mais rica.
Ademais, a fome é uma das consequências dessa disparidade. No território brasileiro, as regiões Norte e Nordeste são as mais afetadas. Em 2020, o índice de insegurança alimentar esteve acima dos 60% no Norte e 70% no Nordeste. Logo, nota-se a ineficácia governamental em garantir recursos para esses locais.
Contudo, cabe ao Governo Federal, por meio de programas sociais, a partilha igualitária de recursos, a fim de reduzir os altos índices de desigualdade social no Brasil. Ainda, cabe aos meios midiáticos, através de campanhas publicitárias, incentivar a população para a arrecadação de alimentos para os locais em situação de vulnerabilidade. Logo, o país alcançará o desenvolvimento positivo desses problemas.