Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 11/08/2021
“A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes.” É o que Carl Marx dizia desde o século retrasado, mas que ainda caracteriza a nossa atualidade. Neste tempo em que estamos vivendo agora, a grande maioria dos estudantes aprendem que a África é o continente mais pobre e vulnerável do que os outros, mas se olharmos para dentro do nosso próprio país, veremos que os mesmos problemas de fome e desigualdade não estão a um continente de distância, mas podem estar até mesmo do nosso lado.
Infelizmente, quando analizamos os dados, podemos observar que a maioria dos países que estavam dentro da mapa da fome não só deixaram de evoluir, como também pioraram muito sua situação. Ainda é raro econtrar exemplos como Brasil que segundo a Organização das Nações Unidas conseguiu sair do mapa da fome em 2014.
A falta de nutrição de crianças e adultos ,atualmente, é com certeza um fruto gerado pela imensa desigualdade social presente no mundo. De acordo com um estudo realizado pela ONG britânica Oxfam os recursos retidos pelo 1% mais rico irão ultrapassar a riqueza do resto da população mundial, e essa é uma das notícias que aos poucos teremos que nos acostumar se nada for feito por parte de presidentes e detentores dos mais diversos cargos dentro da política mundial e nacional.
O ducumentário ‘‘Ilha das Flores’’ é um dos curtas que mais podem bem representar o cenário atual da fome e da escassez de recursos presentes em todo o planeta, mas também enaltecendo a negligência da parte dos políticos locais, que mesmo vendo tamanho desrespeito com a dignidade humana, ficam de braços cruzados desfrutando de suas riquezas próprias. Acima disso, grande parte da responsabilidade desses problemas está nas mãos das entidades superiores como o governo nacional, que burocratiza e interfere na criação de soluções inovadoras para esses problemas. O exemplo perfeito para uma dessas soluções seria uma parceria entreos governos federais e municipais, com apoio de entidades como ONU e a UNESCO, que podem reparar a escassez de recursos para a educação de adultos e principalmente de crianças, para que assim, possam garantir um futuro melhor para si mesmo e como consequência, reduzir a estatística da fome no país e no mundo.