Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 11/08/2021
Desde a Idade Antiga a fome já era comum, o que gerava muitos conflitos e disputas. Atualmente, mesmo com todo o desenvolvimento tecnológico, agrícola e a integração mundial do comércio, não é diferente. Muitos países, principalmente os desenvolvidos, apresentam um grande excesso em relação à disponibilidade de comida. Opondo-se a isso, boa parte do território Africano apresenta altos índices de pobreza e fome.
Nesse contexto, é importante salientar que o problema da fome no mundo não é a falta de alimento, e sim a má distribuição desses mantimentos. Desde 1963 que a teoria de Thomas Malthus, que diz que a produção de alimentos não acompanharia o crescimento populacional, terminou de um jeito mal, nesse mesmo ano foi provado que há um excedente de 20% de alimento no mundo. Torna-se claro, nesse sentido, que ao invés de se preocupar em aumentar a produção de mantimentos para erradicar a fome, os governantes precisam se atentar para a distribuição de alimentos para as pessoas.
É importante ressaltar que, segundo infográficos indicando o PIB e índices de fome no mundo, ficou evidente a relação que ambos estabelecem entre si. É possível observar que os países africanos obtinham os menores PIB’s e os maiores índices de fome do mundo. Já a Europa e América do Norte, que têm os maiores PIB’s, apresentam menores índices de fome, evidenciando assim, como a desigualdade econômica mundial leva à desigualdade social.
Portanto, é imprescindível a ação de órgãos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) frente a este problema. Devem propor aos Países uma reforma que possa incluir uma maior parcela da população, dando condições e suportes que possam sustenta-las no mercado de trabalho. Além disso, o Governo Federal, em parceria com o Legislativo, devem reformular as leis trabalhistas, retirando os privilégios e investindo em trabalhadores com salários inferiores. Desse modo, a instabilidade econômica será menor, e o problema da fome será amenizado, uma vez que as pessoas poderão sair da linha da pobreza e se alimentarem.